A “Goma Bicromatada”

O enfraquecimento e o amarelado das imagens encontradas nos primeiros processos fotográficos com sais de prata, levaram os fotógrafos a procurar pelo processo de impressão de imagens mais resistentes a passagem do tempo. A sensibilidade do cromo à luz foi observada por Gustav Suckow  em 1832. Em 1839 um químico Escocês Mungo Ponton observou que um papel coberto de uma solução de bicromato de potássio mudaria de cor em presença da luz. Um ano mais tarde Edmond Becherel, um físico Francês, descobriu que a sensibilidade do bicromato à luz era aumentada se o papel antes estivesse embebido de amido ou gelatina .

Em 1852, Fox Talbot percebeu que os colóides normalmente solúveis como a goma arábica ou a gelatina, tornam-se insolúveis quando misturados a uma solução de bicromato de potássio e expostos a luz.

E finalmente em 1855, Alfonce Luiz Poitevim introduziu um pigmento (carvão) a uma solução de bicromato de potássio e gelatina.



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